Metereologia
O tempo metereológico dos últimos dias e.. não só, conduziu-me à poesia Nuno Júdice.
De manhã, chegaram as nuvens. Atrás
dela veio a chuva. Com a chuva,
apareeu a melancolia. Da melancolia,
nasceu a tristeza. Com a tristeza, foi-se a manhã.
E a tarde veio à tarde. O céu
desceu do céu. As nuvens correram
para as nuvens. A chuva trouxe
mais chuva. A tristeza ficou mais triste.
Isto foi porque a manhã se fez tarde,
A tarde tardou à tarde, as nuvens
enevoaram o céu, e o céu entristeceu.
Com a melancolia a manhã entardece.
Não é prciso chuva; podem passar as nuvens.
O que é triste é para ser. Acontece.
In " Breve Sentimento do Eterno"
Vá lá uma força...que tal actualizar? :)
ResponderEliminarNuno Júdice é belo, sob todos os ângulos em que nos é permitido apreciá-lo! Acontece que o conheço: Trabalha, quase diariamente, na biblioteca da Gulbenkian, e eu passo por lá muitas vezes (a Gulbenkiam, é, em lisboa, o meu Espaço de eleição!É duplamente agradável, por isso. Quanto à sua sugestão, Ana, ....não estou muito aí, mas,....de mente aberta: Quem sabe!A propósito, vou levá-lo para o face...Thank,s, thank.U, Ana.
EliminarTambém conheço o professor poeta...andei pela Nova e ele partilhava gabinete com o meu orientador.
ResponderEliminarTambém aprecio a Gulbenkian :)
Bj
Olá, Ana! Sorrio pelas coincidências. Engraçado!Aproxima-se , para mim, o tempo de usar e abusar de alguns trechos musicais e a Gulbenkian é, também aí, espaço de eleição! Mais que o C.C.B.Já não falo dos outros.....enormes, com más acústicas,....quem sabe nos encontramos , por lá!Bj
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